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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Balanços e promessas







Ouvindo All I wanna do - Sheryl Crow

                 Bom, último post do ano.Resolvi que ia fazer o balanceamento do que foi 2010 e do que almejo em 2011.
                 Não tenho muito do que reclamar desse ano.De início, parecia que o mundo estava desabando em cima da minha cabeça e eu não tinha como conter essa avalanche problemática que estava por vir.Mas depois coisas boas foram acontecendo.Conheci pessoas maravilhosas em diferentes lugares, ocasiões.Consegui realizar uma meta, que era entrar na faculdade, e confesso a vocês que me sinto extremamente feliz fazendo o que faço.Sempre tem algumas pessoas para estragar a vibe do ambiente, mas isso já é de praxe.TODO lugar tem gente desagradável, normal. A única coisa que não mudou foi o campo afetivo.Bom, esse ano foi mais movimentado confesso,bem transitório, mas nada definitivo.
                 O que eu quero em 2011? Ah, quero o normal: paz, alegrias, histórias boas para contar no futuro.Pessoas de alma bonita do meu lado, que possam sorrir e chorar comigo e eu sempre saber que posso contar com elas.Manter as lindas amizades que já possuo.São poucas, mas me valem parte da vida.Decidi que quero um amor, independente de onde ele for, o que fizer.Mas tem que ser recíproco, amar sozinha é muito ruim.
                 O que eu prometo? Sempre prometo muita coisa todo Ano Novo. Prometo ser mais serena, mais tranquila,mais confiante, menos desesperada.Prometo tentar confiar mais, dar mais uma chance às pessoas sem virar uma idiota completa.Prometo adquirir amor próprio, aceitação própria.Ser mais firme em algumas opiniões, com algumas pessoas.Prometo me permitir ser mais feliz daqui em diante, garanto. ;D
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Permissão

Ao som de Katy Perry - Firework  ♥






         Estava pensando (como sempre) e parei para analisar meu modo de vida. Parei para pensar em como me castigo,me critico como pessoa.Isso é ruim e dá margem para outros fazerem o mesmo .Isso deixa pra baixo, com a auto estima péssima e faz com que você não consiga atingir e explorar seus dons.
        Decidi viver de um jeito diferente.De um bom jeito sabe? Não, não vou mudar meu jeito doido, nem vou deixar de falar o que penso. Ia deixar de ser eu, ia perder personalidade. Decidi que vou tentar ter amor próprio, gostar mais de mim, me aceitar. Vou tentar usar o que me der na telha, mas com elegância, não me tornarei uma insana.
       Vou me abrir mais às pessoas, mas sempre com um pezinho atrás.Não permitirei mais que me façam sentir inferior. Não sou melhor nem pior que ninguém. Tenho tanta capacidade e poder quanto todo mundo e estou passando a reconhecer isso.
       E foi assim que decidi.Decidi me apresentar ao mundo de um modo melhor.Decidi me revelar,me amar,me permitir.
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Necessidade

       Elenita Rodrigues disse uma coisa bem sábia e com a qual me identifiquei muito em seu livro, O homem Ideal e outras conversas.Ela disse mais ou menos isso: "Tem um monte de coisas que queria dizer ultimamente, mas eu travo.É que a escrita parece que cristaliza as coisas e alguns pensamentos são tão efêmeros que no minuto em que termino de escrevê-los eles não são mais meus, foram embora."Acho que é por isso que escrevo de modo tão pessoal, é como se fosse um diário mesmo, escrevo para me livrar dos meus sentimentos.
                Sabe quando você sente que precisa dar um tempo?É, um tempo.Tempo de casa, tempo das pessoas, tempo da vida?É exatamente o que estou sentindo.Preciso de tempo.Cansei, cansei mesmo.Cansei de tudo, do meu ambiente, de mim.Viver como vivo está me deixando completamente exausta.Parece que vivo uma vida que não é minha,ou pelo menos não era para ser.Sofro muito, muito mesmo.Sofro tanto que sinto dor.Dor na alma, dor no coração, dor na mente.Preciso de privacidade, de felicidade, de amizade, de cumplicidade, de amor próprio.Preciso mesmo disso.Eu necessito.

 Por enquanto - Cássia Eller  ♥

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domingo, 5 de dezembro de 2010

Desilusão

                    Ao som de Kate Nash- Foundations



          O primeiro contato: dia 30 de Dezembro de 2009.Aonde? Por intermédio de amigos, conhecidos em comum.O assunto conversado: todos, não tivemos vergonha ou pudor um do outro,mas nosso papo não foi obsceno ou erótico.Foi papo de alma, de coração.Contamos nossos segredos, nossa vida assim de cara.De início, ficamos bem amigos, amigos íntimos.Não houve beijo?Não, não aconteceu, pois sentimos que aquela noite não era a certa e eu gostava de outro alguém.Trocamos telefone?É claro, valia a pena aquilo.
        Me senti viva, feliz ao lado de alguém que me entendia.Mal me conhecia e queria muito mais de mim.Era diferente dos caras que vinha conhecendo, do cara que gostava.Tinha uma boa energia.Primeiro telefonema? Demorou 3 dias, mas aconteceu.Como foi? Foi incrível, melhor que pessoalmente até.Bom, ele brigou comigo, me deu um chacoalhão mental que me fez acordar para a situação que estava vivendo.Não valia a pena, estava me entregando mentalmente a quem não merecia. Me disse "Olha, eu gostei muito de você.Te achei bacana e acho que você não merece viver isso.Viva mais, procure o melhor.Pouca coisa pra você não dá.Somos amigos há pouco tempo mas já vejo um brilho em você.Pra uma estrela, o mundo é o limite".Achei que era assunto dele, nunca me vi como estrela.No máximo como um meteorito daqueles indesejáveis e prejudiciais.
           Quantas conversas aconteceram depois da primeira?Muitas,daquelas de virar a noite, via internet ou via celular.Segundo encontro? Rolou, lógico.O de praxe:cinema, jantar.Tudo muito agradável, lindo.Uma energia diferente aconteceu e... Tá, rolou o beijo.Se foi bom? Foi maravilhoso.Gostei bastante.Meses passaram e ficamos nessa:conversas, encontros, beijos, enfim, essas coisas.O sentimento? Veio devastador, avassalador, desesperado, rompendo a barreira do limite.Por quanto tempo me enganei? Por muito tempo, não queria ser rápida demais, por isso fui vivendo a minha vida, se é que me entende.Ele vivia a dele, tinha esse direito.
          A confissão? Foi mais complicada que eu pensava.Não foi bem o que eu esperava, foi difícil.O chamei pra conversar.Enrolei, enrolei e...falei.A expressão naquele rosto moreno e sereno foi diferente da habitual.Foi uma mistura de surpresa e desespero, por assim dizer.Achei aquilo estranho, mas nada me foi dito naquele momento.Só o que permaneceu foi o silêncio.E isso é ruim.O silêncio é pior que a resposta positiva ou negativa.Me trouxe em casa e disse que ligava depois.O telefonema aconteceu? Não, e eu já previa o final da história a partir dessa atitude.
         E o depois? Foi pior que podia imaginar.O distanciamento foi imposto, a máscara foi caindo, comportamentos diferentes sendo revelados.Aconteceram conversas depois disso? Sim sim, mas nada como antes.Uma frieza intensa da parte oposta.Aquela frieza de congelar por dentro, paralisar coração.Houve uma última conversa? Não foi bem uma conversa, foi um "recado" da parte oposta,nem a chance de falar tive.Se eu puxei o assunto? Claro que não, meu orgulho não deixa,apesar do meu afeto atrapalhar um pouco.O que me foi dito? Muita coisa, mas o que marcou foi "Não posso ser só seu, sou do mundo, gosto de viver assim.Você me marcou de alguma forma, mas não da que queria.Sinto muito, mas não posso dar meu coração somente a você.Meu coração é de ninguém.Tenho o dom de iludir,às vezes sem querer, mas na maioria das vezes de propósito.Não me pergunte o porquê,nem eu mesmo sei.Bom, é isso.Outro dia nos falamos melhor." Se implorei por alguma coisa?Claaaro que não, não sou disso.Me derroto por dentro, só desabo depois, sozinha.
        A conclusão de tudo? Nem sei qual foi, só sei que foi isso, assim, desse jeito.Meus sentimentos agora? Nem sei se existe algum bom.Só os que consigo pronunciar são: tristeza, raiva, desilusão. 
          Se vou ficar bem depois de tudo isso? Vou sim, sempre fico.A desilusão já é integrante ativa da minha vida, já faz parte de mim.
         
        
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

What is your most real fear

Não conseguir realizar todas as minhas metas xD

Ask me anything

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domingo, 14 de novembro de 2010

Borboletas, risos e sofrimento

Ao som de Heartbreaker - MSTRKRFT ♥


             Preciso desabafar e confessar.Confessar uma coisa que não queria,mas que aconteceu há algum tempo atrás.É difícil admitir isso, mas estou apaixonada.
            Acho que é complicado assumir porque,como sempre,estou  sofrendo.Sofrendo por não ter meu sentimento correspondido mais uma vez.Bom, a pessoa nem sabe do meu apreço para com ela, mas tenho mais que certeza de que não sente o mesmo que eu.É que ele é do "estilo livre" sabe, aquele que estava tentando seguir.Lembra?
            Não gosto da paixão, muito menos do amor.Os defino como a fase "Borboletas, risos e sofrimento".Não entendeu o que isso significa? Bom, vou explicar.
             Já amei uma vez e foi uma coisa tão visceral, intensa e desgastante que desde então evito sentir isso.Nunca tinha me sentido tão feliz ao lado de alguém.Mas foram mais tristezas que alegrias.Várias indas e vindas e nunca um reconhecimento de amor da parte oposta.Bom, dizia que me amava, que queria algo sério comigo, mas nunca fez nada que comprovasse a veracidade dos fatos.Durou 4 anos e posso dizer com certeza que acabou mesmo.Graças a Deus.
            Tive a fase das borboletas, que é aquele início de tudo.Quando você começa a gostar de alguém e sente aquela mexidinha enjoada na barriga quando o vê, as chamadas "borboletas no estômago".É uma fase esquisita e vai até o fim do relacionamento, se houver um.
            Depois foi a fase dos risos, que é quando você tem algum contato com a pessoa, seja ele amistoso ou amoroso.Só sabia rir quando estava com ele.A fase mais enjoada do relacionamento, sério.Você fica melosa, só fala dele quando ele está distante.Ih, um saco.
            Mas a mais cruel das fases é a do sofrimento.Quando tudo acaba mal,você sai magoada, querendo se isolar do mundo e jurando que nunca mais vai deixar alguém te ferir novamente.Se questiona a todo momento o porquê do fim, o que fez de errado e seus investimentos e planos para com a pessoa desmoronam como um prédio implodido.
            Queria que a pessoa que gosto me enxergasse de um jeito mais íntimo.Queria dizer a ele :" Gosto de você, muito mesmo.Fica comigo? Me faz feliz enquanto estivermos juntos? Eu prometo que viveremos intensamente nosso momento.Me abraça, sente o que estou sentindo.Me faz um pouco mais mulher, me faz viver melhor".
           Sinto que nem devia me expor tanto assim, mas é uma forma de tentar me sentir melhor.
           Vai passar, é uma fase.Tudo na vida passa.Não é isso em minha vida que vai ser permanente, não mesmo. 
           

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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Impulsividade







Ao som de Pink-Raise Your Glass



                     Há algum tempo,venho me descobrindo como uma pessoa impulsiva.Não ando medindo minhas palavras nem minhas atitudes para certas coisas.Na verdade, para quase tudo, e não me arrependo disso.Estranho né?
                     Acho que a vibe da sinceridade me tomou de assalto e por aqui ficou.Francamente, estou adorando.Mesmo fazendo com que pessoas que gostavam de mim me odeiem(ou não) e pessoas que não gostavam me odeiem ainda mais.
                     Sempre fui muito emotiva,agia só com o coração.Depois fiquei racional demais, calculando minhas atitudes e ações para não magoar nem causar discórdia entre as pessoas.Assim, confesso que deixei de expor minha opinião diversas vezes e me arrependo amargamente disso.
                   Vejo a sinceridade como algo lindo, mágico e admirável.Não sei o porquê de sua omissão, não entendo.Gente, não a escondam debaixo da gaveta de calcinhas e/ou cuecas.UTILIZEM-A por gentileza.A falsidade é uma coisa horrorosa e mesquinha,nada atraente.Não consigo ser assim.Até conseguia em alguns momentos pra não fazer "climão", mas agora isso não é comigo.Pra não arranjar confusão sempre, a única coisa que faço quando não vou com a cara das pessoas é desprezá-las.Mas de maneira sutil, é claro (ironia mode ON).
                  Mesmo tendo essas atitudes, ainda as respeito.Até o momento que elas não mexem comigo,porque quando mexem, eu revido.Revido e viro bicho.Acho que na vida, a gente só tem que tolerar desaforos e desagrados de pai e mãe.O resto é que se dane.
                 Portanto, impulsividade é o que há sim,pelo menos pra mim e eu gosto muito disso ;D
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domingo, 31 de outubro de 2010

Com açúcar, com afeto

 Ao som de  Maria Rita-A festa        




De uns tempos pra cá, muita coisa vem acontecendo comigo.Está tudo confuso, mexido, revirado dentro de mim.Sabe quando a gente abre o guarda roupa procurando aquela peça importante pra determinada ocasião,não consegue achar e faz uma bagunça até encontrar?Então, é exatamente como meu coração e mente estão:bagunçados.
      Me decepcionei demais com muitas pessoas na vida e então tracei um plano, um novo estilo de vida(novo para mim).Meu estilo agora seria o livre.Conheceria várias pessoas, nas não teria nenhum tipo de compromisso com elas.Seriam meras "amizades coloridas",mas não passariam disso.
        Acontece que não deu muito certo.Vejo pessoas felizes com seus respectivos namorados(as) e acabo pensando o porquê dessa felicidade não acontecer comigo.Além de no fim de tudo,no fim da amizade colorida, ter sido apenas mais uma na vida de alguém.Muitas pessoas dizem que sou bonita e especial e que é porque a pessoa certa não apareceu ainda.Não acredito nisso e penso:"Por que a maioria das pessoas me vê de um jeito que quem eu queria que visse não?Por que eu não me vejo assim?"Não consigo entender.Sem contar que esse papo de pessoa certa pra mim é furada.Nada na vida é certo, a não ser a morte.
      O que mais queria agora é ser observada, admirada por alguém.Alguém que goste de mim como sou, cheia de defeitos e manias.Que goste de ficar do meu lado e que goste dos meus carinhos, dos meus abraços, da minha sensibilidade.Que desabafe comigo, me conte aquele dia difícil que teve e que confie em mim. Quero um meio termo de homem.Aquele que seja carinhoso,que me dê atenção.Mas quero a coisa bruta, aquela masculinidade excessiva, os beijos diferentes em certos momentos.Não quero moleque.Quero a maturidade, e não a infantilidade.Não quero um amor.Acho que isso não é pra todos, não é pra mim.
      Que esse alguém apareça, é o que peço.Enquanto não aparece, o que me resta é viver.De um jeito não muito convencional, mas vivo.Enquanto isso, guardo para meu alguém todo esse carinho,todo esse açúcar, todo esse afeto. ♥
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domingo, 10 de outubro de 2010

Cinza



Hoje eu me sinto tão triste, 
que a única vontade que tenho,é de apenas dormir. 
E acordar em um dia que o céu esteja azul para mim, 
e as pessoas resolvam sorrir de volta, 
em um dia em que eu me sinta novamente como um alguém, 
que mereça existir!

Bea Mattos ♥


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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Peace of mind




              Ultimamente, minhas melhores experiências reflexivas têm sido no caminho de volta à casa.Não digo melhores na intenção de excelência, mas melhores para tentar entender melhor algumas coisas.Hoje, não foi diferente.
            Andando pelas ruas lotadas do Méier em pleno horário de almoço, deparei-me com o caos.Trânsito intenso, pessoas andando em ritmo acelerado, estudantes em algazarra, buzinas irritantes tocando a todo instante.Confesso que me irritei, e cheguei a ponto de achar que minha cabeça iria explodir.Mas em meio a minha escancarada aflição ao olhar àquilo,resolvi desacelerar. Mas desacelerei mesmo.Andei em ritmo lento, aquele devagar quase parando, a ponto de uma senhora vir perguntar se estava me sentindo bem.
               Não sei o porquê, mas naquele momento de "calmaria", me senti livre, em paz.Minha mente simplesmente se desligou da realidade perturbadora daquele momento e entrou em um mundo completamente diferente.Viajei para um lugar tão bonito, tão surreal.
              Imaginei Fernando de Noronha, um lugar que sempre quis conhecer.Na verdade, sonhava em me casar lá.Mas acho que não vou casar.Então, conhecer pra mim já é o suficiente.Me imaginei a mergulhar naquela água límpida e cristalina, a explorar todos os cantos daquele paraíso.E no meio de todo esse imaginar, o meu ônibus chegou.
           Mas depois de sentar em meu assento quente e nada confortável,voltei a viajar.Agora me imaginei apenas vendo um lindo por do Sol na praia, sentada na areia, com o vento alisando meus cabelos revoltos e meu rosto sorridente.Acompanhada de alguém.Não alguém que me ame, porque não acredito mais no amor,mas alguém que me compreenda,que me abrace,que me acolha.
        Senti uma imensa alegria, serenidade.Parecia que todos os meus problemas, os meus medos, minhas angústias haviam desaparecido naquele momento e que eu era invencível.Queria na mesma hora dar uma de mochileira sabe?Partir sem rumo, indo ao encontro do desconhecido.Ainda estou sob o efeito da maravilha,da viagem mental.Ainda estou em paz de espírito, em paz com o mundo,em paz com Deus.
                             

                            Ao som de   I gotta find Peace of Mind -Lauryn Hill  ♥
                  
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sábado, 18 de setembro de 2010

Interstícios









"Vai menina, fecha os olhos. Solta os cabelos. Joga a vida. Como quem não tem o que perder. 
Como quem não aposta. Como quem brinca somente.







Vai, esquece do mundo. Molha os pés na poça. Mergulha no que te dá vontade.


 Que a vida não espera por você. Abraça o que te faz sorrir. Sonha que é de graça.







Não espere. Promessas, vão e vem. Planos, se desfazem. Regras, você as dita. Palavras, o vento leva. Distância, só existe pra quem quer. Sonhos, se realizam, ou não.







Os olhos se fecham um dia, pra sempre. E o que importa você sabe, menina.
 É o quão isso te faz sorrir. E só. "
  

                                                                                           Por Elenita Rodrigues    ♥
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Express Yourself

                 










                 Dez horas.Sentada em um ônibus a caminho de casa,lendo um livro maravilhoso de Zuenir Ventura( quem sabe quando acabar de ler não poste meu parecer a respeito?!) sobre a inveja e ouvindo O mundo é um moinho na voz do inesquecível Cazuza, lembrei de uma conversa que tive com uma pessoa maravilhosa há alguns meses atrás.
                  Em um papo agradabilíssimo, essa pessoa me fez diversas perguntas.Primeiro,perguntou o porquê da minha ira, da minha cara de brava ao olhar as pessoas.Respondi que não sabia, que achava que era um mecanismo automático de auto-defesa.Ele disse que não era necessária essa minha defesa, que sabia muito bem me defender de tudo e de todos.
                 Depois me fez uma pergunta que foi o motivo de estar refletindo até agora sobre esse assunto.Ele disse:"Por que você não é mais você"? Apesar de ter achado a pergunta estranha, entendi o que ele quis dizer, mas me fiz de desentendida.Ele insistiu e perguntou: "Por que você desistiu de se expressar"?
                Não respondi.Não sabia o que dizer,então simplesmente me calei.Ele aproveitou o meu silêncio e disse diversas coisas que me deixaram tão feliz a ponto de querer chorar.Ele me disse:"Olha, eu tenho um conselho a dar.Não se perde não.Não deixa a sua personalidade canceriana te dominar.Não se esconda, se revele, saia da concha.Surpreenda pessoas todos os dias, se expresse.É tão lindo o seu expressar, o seu sentir, o seu amar.Independente do que venham a falar ou pensar, seja você.Não esquece".
               Lembrei desse acontecimento e confesso que uma lágrima caiu de meu rosto, molhando até a página 83 do livro, que era a que estava lendo no momento.Perdi a minha voz, a minha expressão.Então, nesse exato momento, me prometi que ia fazer de tudo para que voltasse a sentir, a me expressar.
              Àquela pessoa que me fez acordar para a vida, ou pelo menos o que me resta dela(espero que seja muita coisa), agradeço.Agradeço por me tirar da concha, por me mostrar a luz no fim do túnel, por me fazer buscar a expressão e eu lhe prometo que procurarei até achá-la.
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O amor em paz





Eu amei, e amei ai de mim muito mais do que devia amar
E chorei ao sentir que iria sofrer e me desesperar 
Foi então, que da minha infinita tristeza aconteceu você
Encontrei em você a razão de viver e de amar em paz 
E não sofrer mais, nunca mais
Porque o amor é a coisa mais triste quando se desfaz
                                                                        
                                                          Ao som de O amor em paz-Gal Costa ♥
            
              
                   

       Nada é para sempre.Se você se separou de alguém, seja um namorado, um amigo, um amante ou até uma paixonite e isso dói, darei um conselho que pode parecer estranho e esquisito,mas que no fim faz algum sentido.Viva sua tristeza.Chore, abrace um alguém que te faça sentir segurança e paz interior.Ouça músicas tristes.Recolha-se em seu interior,mas não deixe isso interferir e nem transparecer no cotidiano.Ocupe sua mente de um jeito bom.Não pense em hipótese alguma nos momentos bons que viveram juntos, e sim nos momentos bons que VOCÊ ainda viverá.Daqui a algum tempo, essa dor vai diminuir até desaparecer por completo.É um processo doloroso, mas que no final, vale a pena.Basta crer para ver.

 Jéssica Luiz Gomes 
                 
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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Mais estranho que a ficção

                    







                   Depois de um dia cansativo e meio angustiante, cheguei em casa com um enorme pesar.Coloquei-me abaixo do chuveiro.A água fria que caía em meu rosto e molhava meus cabelos me deu um certo alívio, um certo conforto.Vesti a roupa mais agradável que encontrei ,sentei no sofá, peguei o controle remoto e comecei a avaliar o que iria ocupar o meu tempo parte da tarde.
                   Um certo canal com um certo filme me chamou a atenção.Já o tinha visto antes, mas parei para analisá-lo e vi o quanto é fantástico certos conceitos inseridos na história.O filme se chama Mais Estranho que a Ficção e é com Will Ferrel, que geralmente faz comédia, mas que nesse filme fez drama.Um drama agradável, até meio cômico em certas partes.
                 A história conta um certo dia em que Harold Crick, um funcionário solitário da Receita começa a ouvir uma voz que narra todos os seus hábitos, fazeres, dizeres,enfim, tudo a seu respeito com uma incrível precisão e em um certo momento do dia, Harold ouve essa voz dizer que ele está em situação de morte iminente e tenta fazer de tudo para que essa situação não chegue.Harold nem imagina que é personagem do livro de Kay Effel (Emma Thompson) e Kay nem imagina que o personagem que ela tem que matar em seu livro realmente existe.
                 Ver esse filme me fez questionar se no futuro não serei um Harold.Não no sentido da morte iminente(não que eu saiba),mas no sentido de solidão, de vazio.Em um certo momento, Harold diz que se sente um "personagem de sua própria vida narrada".Todos nós somos personagens da vida.Todos os dias, um capítulo diferente.Um novo fato, uma novo acontecimento, um novo sentimento (ou não).
                Crick procurou um especialista em Literatura, que de início, achou que o mesmo estava louco.Mas após ouvir "Mal sabe ele...", resolveu dar atenção a Crick e pediu para que anotasse o que era na verdade a sua vida, do que era feita realmente, de comédia ou de tragédia.Será que a comédia vem mesmo da tragédia?Será que é da tempestade que vem a bonança?Honestamente,não sei responder
                Quem será que a escreve? A vida, quem é o autor dela? Eu queria muito bater um papo com ele, falar sobre umas coisas que acho que precisam de uns ajustes.Algumas coisas que necessitam de mudanças.Nada exagerado, mas mudanças imediatas.Um pouco de serenidade também não cairia mal.
                Mas que graça teria se vivêssemos já sabendo nosso fim?Nenhuma.Até que dá um pouco de emoção não saber o amanhã.Sinceramente,espero que o meu amanhã seja tolerável, seja agradável.Mas que para isso, não tenha que sofrer como Crick sofreu.
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O desejo de desejar


            Depois de um feriado prolongado e agitado, no ônibus cheio e nesse 8 de setembro frio ao meio- dia ,parei pra questionar meus desejos. Quando falo desejo, muitas pessoas associam a palavra a sexo.Mas desejar algo vai muito além do prazer carnal.Vai na alma,vai no coração e é tão benéfico para a vida.
           Sinto muitos desejos, muitos mesmo.Lógico que como toda mortal no auge dos 18 anos, sinto sim desejos sexuais, mas esses sinto que podem esperar mais um pouco para aflorar, para evoluir,para amadurecer.
          Nesse momento, desejo ter uma boa companhia,boas amizades, pessoas com a  alma bonita e que me ajudem a evoluir como ser humano.Desejo também o prazer de ler um bom livro, de ver um bom filme, de ter uma boa conversa proveitosa e saudável que consiga me nutrir de felicidade, nem que seja só por aquele instante.
         Confesso que desejo um grande amor, por alguém.Faz tanto tempo que não amo, acredita?Me sinto até meio oca, porque o amar é tão bom, tão gostoso.Quando falo em amar, não falo só de amar um garoto ou cara ou homem, falo em amar outras coisas.Não quero fazer nada nem gostar de ninguém por obrigação e sim pelo simples prazer de amar.
        Também desejo a verdade, a bondade, a amizade verdadeira, a honestidade, a boemia, a proximidade sincera.
        Um conselho a um alguém?Desejem o bem.Desejem e,independente do que e de qual for o desejo,sinta e viva o máximo que puderem, porque desejar é humano e é lindo.


 Ao som de Bebel Gilberto- Momento ♥
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sábado, 4 de setembro de 2010

Forever?Absolutely NOT



             Ultimamente, tenho refletido sobre as coisas que dizia ser para sempre.NADA é para sempre,nada mesmo.Nem a vida é eterna.
     Certos acontecimentos me tem feito refletir e amadurecer como pessoa.Todos têm me abandonado e não estão nem aí para isso.
     Não sinto mais que preciso de muletas, de apoios.Vou aprender a me virar sozinha e assim sobreviver a tudo e a todos que atravessarem de forma negativa o meu caminho. QUE SE DANE!A minha vida continua, com ou sem vocês.E tenho dito.

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Um trem para as estrelas













São 7 horas da manhã
Vejo Cristo da janela
O sol já apagou sua luz
E o povo lá embaixo espera
Nas filas dos pontos de ônibus
Procurando aonde ir
São todos seus cicerones
Correm pra não desistir
Dos seus salários de fome
É a esperança que eles tem
Neste filme como extras
Todos querem se dar bem

Num trem pras estrelas
Depois dos navios negreiros
Outras correntezas

Estranho o teu Cristo, Rio
Que olha tão longe, além
Com os braços sempre abertos
Mas sem proteger ninguém
Eu vou forrar as paredes
Do meu quarto de miséria
Com manchetes de jornal
Pra ver que não é nada sério
Eu vou dar o meu desprezo
Pra você que me ensinou
Que a tristeza é uma maneira
Da gente se salvar depois

Num trem pras estrelas
Depois dos navios negreiros
Outras correntezas

Num trem pras estrelas,
outras correntezas...

                                                                                    Cazuza  ♥
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Escrever











Escrever é rabiscar sentimentos
Pensamentos e sensações.
Escrever é iniciar um momento...
Em que se coloca para fora todo seu pensar.
Escrever é atualizar em letras
Nossos pensamentos e ideais
nossas raivas e dores.
Escrever é registrar um momento
Um sentimento um ideal
Escrever é mostrar ao papel
Inicialmente ao papel e depois a todos
O que se passar conosco
Escrever para mim é viver                


                                                          Escrito por alguém...            
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Identidade

                    
Ao som de Vida Louca Vida Cazuza ♥




Querido Blog,

  
      Tive uma aula na faculdade que geralmente é meio monótona, mas que hoje me chamou a atenção.A professora de Sociologia no final da aula nos deu um "dever de casa", que era ler a apostila dela(que é um porre) e abrir a nossa carteira e avaliar o que há dentro dela.Ela disse que queria que avaliássemos e refletíssemos sobre nossa identidade.Afinal, alguém tem absoluta certeza e segurança para afirmar qual é a sua identidade?
    Identidade vai muito além daquele pedaço de papel que usamos para ir ao cinema, ou que apresentamos quando vamos pegar algum documento importante.Identidade é quem você realmente é, o seu eu interior.A sua identidade revela seu modo de pensar, de agir e de se comportar perante a sociedade, perante a sua família, perante a si mesmo.
    Confesso que associo minha identidade com minha personalidade,minha crença comportamental.Não sei se é o correto, mas cada um a avalia como acha melhor e eu avalio a minha desse jeito.Digo que tenho duas identidades, duas personalidades que me dominam e  fazem com que entre em um consenso, em um acordo de sanidade(é o que acho).Tentarei apresentá-las e explicá-las a você.
    Uma de minhas personalidades é meio Kurt*, meio triste sabe?É como Renato*, que definia-se como "uma esponja que absorve as dores do mundo".Aquela que é puro sentimentalismo, que viveu na época do Mal do Século.A exagerada de Cazuza*,a impulsiva, a  saudosa, a recolhida,a canceriana mesmo.
   A outra, é meio louca, meio insana, inconsequente.Quer sempre festa, diversão, e assume diversos riscos, diversos medos que encara numa boa.É boêmia como Vinicius* e a diva de Beyoncé. Aquela amiga, que gosta de tudo e de todos(não, ela não é alcoólatra).Que gosta de ajudar e que gosta de carinho, de atenção.Acha que tem um poder incrível e que pode encarar qualquer um que tentar rebaixá-la .
   A mistura de dois opostos resulta em mim, que tenta equilibrar e fazer das duas uma só.Há quem diga que isso é loucura, que é bipolaridade.Eu digo que é normal.E você, o que me diz? Qual é a sua identidade?
  
1.Kurt: Kurt Cobain, vocalista do Nirvana
2.Renato:Renato Russo, vocalista do Legião Urbana
3.Cazuza: Cantor e poeta
4.Vinicius: Poeta
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domingo, 29 de agosto de 2010

Nostalgia Amarga

       Em pleno domingo aqui estava fazendo aquela arrumação, aquela limpa em papéis antigos e encontrei um caderno, no qual quando estava triste, escrevia o que estava sentindo.Era meu Blog não virtual.Fiquei tão impressionada com o que escrevi que resolvi postar essa confissão feita no ano passado por uma menina de 17 anos amargurada,tristonha e em um daqueles dias terríveis de crises da adolescência.

                            Rio de Janeiro, 15 de Março de 2009
  
          Bom, aqui estou em mais um desabafo aflito e angustiante.Enquanto escrevo, choro.Choro para aliviar um pouco toda essa dor que sinto em meu peito.Choro sozinha,pois quero que meu choro fique só entre 2 indivíduos: Deus e eu. 
     Mas sinto e sei que o choro não é a solução de nada.As dores estão cada dia maiores e persistem por vários motivos.A quem quero enganar?Posso ter 1 final de semana feliz, mas tenho 363 dias de eterna tristeza e solidão.
     Adoraria saber o porquê de tanta impotência, sensação de incapacidade.Por que sentir-me tão infeliz?Queria que as coisas não fossem tão terríveis para mim sabe?Parece que o que faço não é o suficiente, não é o bastante.E isso me aborrece, me entristece, me empobrece.Fico completamente pobre, e a pobreza a que me refiro não é a econômica e sim, a espiritual.
          Fico pobre de espírito,de alegria, de vontade de viver.Tantas pessoas com problemas maiores que os meus e eu reclamando.Mas é que meus problemas pesam tanto sobre meus ombros e cabeça que é impossível esquecê-los facilmente.
         Eu só queria que as coisas fizessem mais sentido, fossem mais fáceis.Tivessem razão entende?Sinto-me como se estivesse caindo num poço sem fim, rezando para que alguém ou alguma coisa me puxasse para cima e me fizesse enxergar a luz de novo.
         Meu coração está sombrio e escuro e sente que infelizmente assim permanecerá por muito tempo.Adoraria voltar a sonhar.Voltar a pensar que a vida é um arco íris e que no fim,tudo dará certo.Mas acho que nunca mais terei essa visão, e sim a visão real dos fatos.
        É uma briga de titãs gigantesca para ver quem ganha entre razão e emoção.Digamos que está empatada,mas no empate não prevalece a harmonia, e sim mais guerra para ver qual dos dois fica sob meu comando.
       Enquanto essa briga prevalece, aqui fico.Uma pobre mortal vivendo esse pesadelo infeliz que é minha vida agora.
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O que é belo afinal?

 


       

      

        Bom, cá estou novamente com mais uma coisa difícil de ser questionada:beleza.Para alguns,uma coisa relativa que vai além do físico, vai ao mental.Para a maioria,aquela que não passa de um rostinho bonito e um corpo sensual.
       Ultimamente, tenho notado que beleza é tudo e,como dizia Vinicius*,é fundamental.Pessoas cultuam todos os dias uma beleza padrão, aquela que tem que ser seguida como regras em uma cartilha.Se você não é magra,não tem os cabelos lisos, os dentes perfeitos, a pele perfeita, entre outros requisitos "básicos", você não se adequa ao status de "belo(a)", por assim dizer.
       Sempre sofri para me adaptar, e no fim, nunca consegui essa adaptação,essa aceitação.Sou muito diferente das outras pessoas, e sempre fui.Nunca consegui seguir uma tendência da beleza,seja ela qual for.
       Por que será que as pessoas julgam tanto o seu exterior?Por que elas não conseguem ver além, ter uma visão ampla do que realmente importa?Por que o físico vale mais que o mental?
       Tudo bem que se disser que em um lugar que você não conhece ninguém e a atração física acontecer o mental valerá mais, estarei mentindo.Mas é que cada caso é um caso e tem sua história.O problema é que a fixação excessiva pela perfeição destrói pessoas de um jeito devastador e que em muitos casos, não tem conserto, não tem como reparar o estrago.
       Com a sociedade atual tão crítica, é quase impossível não ver o pneuzinho inexistente, o pé chato imaginário, os peitos horrorosos invisíveis.Essa filosofia de que "temos que nos aceitar como somos" é exercida por poucos, acredite.
       E com todas essas minhas dúvidas, inseguranças físicas e incertezas, pergunto a quem souber me responder: O que é belo afinal?
                                              


*Vinicius= Vinicius de Moraes, poeta.
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Menina mulher da pele preta,que escreve para expressar o que sente e o que bem entende xD